21 outubro 2006


Um novo tempo, apesar dos castigos
Estamos crescidos, estamos atentos, estamos mais vivos, um novo tempo, apesar dos perigos
Da força mais bruta, da noite que assusta, estamos na luta
Pra que nossa esperança seja mais que a vingança
Seja sempre um caminho que se deixa de herança um novo tempo, apesar dos castigos
De toda fadiga, de toda injustiça, estamos na briga um novo tempo, apesar dos perigos
De todos os pecados, de todos enganos, estamos marcados
Pra sobreviver um novo tempo, apesar dos castigos
Estamos em cena, estamos nas ruas, quebrando as algemas um
No novo tempo, apesar dos perigos
A gente se encontra cantando na praça, fazendo pirraça Pra sobreviver

Um comentário:

  1. Foi você quem fez esta poesia? Muito legal...

    Regis

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